GT Academy 2012 – Final Dia 1


Sexta-Feira, que por acaso até era uma Sexta 13, foi o primeiro dia da grande Final da GT Academy 2012, a primeira final desta competição em solo Português.

Os 32 finalistas começam a partir das 13 horas a chegar ao mítico Autódromo do Estoril, vieram do Norte, Centro e Sul do país, todos com  com a ilusão de que em breve podiam vir a realizar o seu sonho, ser Piloto Profissional da Nissan.

No Paddock os primeiros olhares eram dirigidos aos dois super desportivos da Nissan decorados com autocolantes da GT Academy, o 370 Z e o famoso,  algo raro de ver em estradas lusas, Nissan GT-R.
Quase ninguém resistiu a tirar algumas fotografias e a admirar estes 2 carros de muito perto, enquanto vários dos finalistas chegavam ao local e cumprimentavam os presentes com simpatia.

Às 14 horas são então chamados todos os finalistas para a entrega dos registos de participação na final, segue-se  o Briefing, primeiro as boas vindas com o Herminio Silva da Last Lap  em que também explicou como iria decorrer a competição durante os dois dias e por fim com o Piloto Profissional e Instrutor da GT Academy que irá acompanhar os 3 finalistas em Silverstone, Gonçalo Gomes.

Após o Briefing, os finalistas receberam o Welcome Pack, que era constituído por uma Tshirt Top 32 da Final da GT Academy 2012, a acreditação, e um porta chaves do Gran Turismo.
Vestidas as Tshirts, é hora para a primeira fotografia de Grupo, os 32 da final Nacional da GT Academy 2012.

Às 16 horas começa a competição propriamente dita, ao contrário do que inicialmente alguns podiam pensar, todas as provas foram no modo Time Trial.
O primeiro desafio foi em Deep Forest, um dos circuitos originais dos jogos Gran Turismo (na série desde o primeiro Gran Turismo da Playstation), com um Nissan 370 Z Tuned.
Os pilotos podiam dar 4 voltas à pista (volta de aquecimento incluída), apenas a melhor contava.

Estavam 6 Simuladores no recinto, mas apenas corriam 5 pilotos de cada vez, e enquanto uns faziam a prova, os outros podiam ver qual a melhor táctica para fazer um bom tempo, cada Simulador estava equipado com um plasma para o piloto e outro para quem assistia à prova.

Depois de todos terem realizado a sua ronda em Deep Forest, passaram à prova nº 2, circuito de Indianápolis Percurso de Estrada com um Nissan GT-R. Esta prova já tinha regras diferentes da anterior , não contava apenas a melhor volta, mas sim a média das 3 voltas, mais do que ser muito rápido, havia a necessidade de ser consistente e regular nas 3 voltas.

Com o final da prova nº 2, os resultados fornecidos pela organização começaram a causar algum nervosismo,  os 16 pior classificados tinham de dar tudo na prova nº3 para poderem estar na fase final da GT Academy no dia seguinte.

Novamente regras diferentes para a prova nº 3, no circuito de Fuji Speedway GT com o Nissan 370Z, os finalistas tinham apenas duas voltas, uma de aquecimento e uma lançada para conseguirem o melhor tempo possível.
A margem para o erro era quase nula para alguns dos pilotos presentes, mesmo assim acabam por suceder alguns deslizes que viriam a comprometer as aspirações de quem já estava numa posição delicada na tabela de pontos.

Quando todos terminaram, foram então anunciados os 16 que iriam ter o privilégio de poder passar ao Dia 2 da Final Nacional com a entrega de mais uma Tshirt exclusiva para o Top 16 e mais uma foto de grupo para a posteridade.

Mas o dia não iria terminar sem um jantar nas proximidades do Autódromo do Estoril para todos os 32 pilotos e organização da Final Nacional da GT Academy 2012.

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5 comentários a “GT Academy 2012 – Final Dia 1

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  3. Sexta o dia começou com nervosismo… Era o grande dia no Estoril onde iriam estar os melhores 32 jogadores. O jantar já estava reservado independentemente do resultado.

    Cerca das 13:30 ainda estava em casa e já o Coli ligava para me apressar e não me esquecer (como se fosse possível!!). Fez bem, porque um dos meus grandes defeitos é a falta de pontualidade…

    Pouco antes das 14:00 já estava no paddock e encontro a malta do dia anterior, os GTOR’s e a malta “nova”. Perdemos algum tempo a entregar a documentação (que já trazia preenchida) e o nervosismo reinava.

    Hora do Briefing, dado pelo Herminio Silva da Last Lap e o piloto profissional Gonçalo Gomes. Era hora de atacar no GT5.

    RACE1

    Começa o sorteio para a primeira prova, em Deep Forest. Felizmente não fui dos 5 primeiros. Observamos os pilotos de top e ficamos com a ideia dos tempos, segundo 19 era o melhor até então.

    Quando sai o meu nome, parto confiante para um bom resultado, afinal ser rápido na habituação carro/pista é uma das minhas qualidades.

    Entro no segundo 18 logo na lap1, na lap2 exagero e na lap3 baixo ao 18.2 ou 18.3

    Tinha margem para entrar no 17 mas fiquei satisfeito. 2º lugar no final e… 30 pontos !

    RACE2

    Agora a hora era de ser consistente, mas eu cometi um erro que me serviu de lição para todo o fim de semana… Esqueci-me que o que contava era o conjunto das 3 laps e não uma volta rápida…

    Lá ataquei Indy road estragando propositadamente a lap1 para acertar na muche na travagem para a curva1. Resultado, volta a vermelho… Na hora estava bem porque tinha mais 2 laps para fazer tempos canhão. E assim foi, 2 tempos muito bons, um 32 e um 31 colocava-me na altura no primeiro posto.
    Ao sair do playseat, o rapaz que anotava os meus tempos salientou que tinha sido pena a primeira lap…. Eu respondi-lhe que não havia stress porque as outras 2 eram boas… Ao encontrar o Pipir6 pergunto-lhe qual era a lap mais rápida dele, até que ele me relembra que era o somatório das laps…

    Fiquei de rastos, tinha os 2 melhores tempos até então e tinha estragado tudo por distracção… Consultei a organização que me diz que iria para último lugar, atrás do último a completar as 3 laps. 0 pontos neste evento 😦

    RACE3

    Hot lap em Fuji… 1 lap de aquecimento e outra de ataque. Estava super nervoso por causa do medo de algo correr mal, não podia falhar… Lá ataquei Fuji com todo o cuidado possível e fiz o 5º tempo. Ao olhar para o Drummer, que estava à minha esquerda, reparo que ele tinha um tempo canhão, o melhor em Fuji, mas estava a vermelho… O GT5 com as penalizações ligadas, interpretou uma saída do drummer na volta de lançamento e penalizou-lhe a volta seguinte… a única que ele tinha para fazer.

    Foi pena o Drummer ter saído tão prematuramente, até porque tinha o melhor tempo em Fuji… No entanto os GTOR continuavam orgulhosamente no lote dos 16 e era hora de ir jantar com todos…

    O pódio sabia bem, mas não contava para nada 😀

  4. Muito bom. Parabens mais uma vez. Estes artigos sobre o evento estão espectaculares. Infelizmente não pude ir para vos encontrar a todos e conhecer pessoalmente. Julgo que haverão outras oportunidades. Continuem assim.

    Saudações:
    RPRS

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